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DIG fecha empresa que falsificava shampoo e condicionador 29/01/2016
A Polícia Civil através da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), localizou na tarde desta sexta-feira (29) uma empresa que estava falsificando shampoos e condicionadores e utilizando conhecida no mercado. Na sede da empresa foram apreendidos uma grande quantidade de mercadorias já prontas para serem vendidas e embalagens que seriam utilizadas. O responsável pela empresa, um comerciante de 50 anos foi levado a sede da DIG e indiciado no crime de falsificação.

A Polícia foi avisada da falsificação por representantes da empresa que receberam inúmeras denuncias de má qualidade no produto. As reclamações foram feitas através do SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente), da empresa que passou a investigar o caso.Amostras do produto que estaria sendo falsificado foram enviadas a empresa que constatou através de uma analise que os shampoos e condicionadores eram falsificados. O produto esta sendo vendido nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal.

A empresa conseguiu informações de quatro possíveis endereços em Franca, onde o produto poderia estar sendo falsificado. Na manhã de quinta-feira, os policiais da DIG vistoriam alguns locais suspeitos e não encontraram nada de ilícito, mas na tarde de sexta, a empresa responsável pela falsificação foi descoberta.A fábrica de cosméticos, instalada na Rua José Abrão Miné no Jardim Paulistano funcionava normalmente com a fabricação de produtos, mas uma parte da empresa estava destinada a falsificar os shampoos e condicionadores.

No local foram apreendidos uma grande quantidade de produtos já preparados para serem vendidos e várias embalagens vazias, utilizando a marca da empresa, também foram apreendidas. O comerciante STG de 50 anos foi levado a delegacia e indiciado no crime de falsificação de cosméticos e responderá o processo em liberdade. O delegado Marcio Murari da DIG ressaltou que todos os produtos serão analisados através de uma pericia e a justiça definirá o futuro do comerciante. Se condenado, o homem poderá pegar de 10 a 15 anos de prisão.

A Polícia investiga a quanto tempo o comerciante trabalhava com a mercadoria irregular, as primeiras informações dão conta que a falsificação estaria sendo feita a aproximadamente um ano.
FONTE: francanoticias.com.br

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