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30/06/2016 - 05 Motivos Para Jogar “Tom Clancy’s The Division”

Salve galera!
Uma das maiores sensações entre os gamers neste ano de 2016 é o jogo “Overwatch” “Tom Clancy’s The Division”, ou apenas “The Division”, como é comumente chamado. Para quem ainda não sabe, trata-se de um jogo online de tiro em terceira pessoa (third person shooter), que se passa em uma Nova Iorque devastada por um vírus espalhado durante a Black Friday.Mas o que torna este game tão empolgante? É exatamente sobre isso que vamos tratar a seguir.
Vamos nessa?

1 – História envolvente: A história parece clichê: alguém decide colocar um vírus criado em laboratório em diversas notas de dólar e colocá-las no mercado de Nova Iorque no dia de maior consumo do ano (ao menos nos EUA), a Black Friday. O vírus se espalha, Nova Iorque fica devastada, e uma onda de agentes supersecretos, conhecidos como “The Division”, é acionada para retomar o controle da cidade. Porém, até mesmo as histórias mais clichês podem se tornar envolventes quando bem trabalhadas, e é isso que ocorre aqui. A ambientação, as missões, as facções criadas na cidade devastada, até mesmo os “colecionáveis” presentes no jogo, tudo contribui para o desenvolvimento da história e do universo do jogo, trazendo imersão para os jogadores.
2 – Multiplayer e matchmaking: “The Division” é um jogo bem dependente da cooperação entre jogadores, principalmente para realização das missões principais. Isso é muito legal para aqueles que podem contar com amigos que jogam o mesmo game na mesma plataforma, garantindo algumas horas de diversão em conjunto. Mas e os players solitários? Para esses, uma boa notícia: o sistema de criação e localização de partidas, principalmente para realização das missões principais, é rápido e eficiente, o que é raro de ser visto em jogos do gênero. Graças a esse sistema eficiente, a comunidade do game tem sido capaz de chegar ao final da história principal sem sustos, e para os mais sociáveis, com uma dezena de novos amigos.

3 – Possibilidades no “end game”: É importante ressaltar que, apesar de ser um game online, “The Division” segue uma linha narrativa linear, principalmente se respeitada a ordem de realização das missões principais. Porém, o término das missões principais não é sinônimo de término do jogo. Primeiramente, por conta das inúmeras missões secundárias, eventos e colecionáveis que só acrescentam à história do espetacular universo criado pelo game. E em segundo lugar, e talvez mais importante, pelas batalhas que o aguardam na “Zona Cega”, uma terra sem lei onde agentes se encontram com inimigos mais poderosos e podem se digladiar com outros agentes da “Division”.
4 – Atualizações gratuitas: Uma das maiores críticas dos gamers às produtoras é o constante lançamento de DLC’s, conteúdos extra para download, que devem ser adquiridos pelos jogadores, que já pagaram pelo jogo base em um primeiro momento. “The Division” não foge completamente à regra, e já tem à venda o Passe de Temporada com três expansões programadas: “Underground”, “Survival” e “Last Stand”. Porém, é interessante notar que a produtora já lançou duas grandes atualizações gratuitas para o game desde seu lançamento: “Incursions” e “Conflict”. O lançamento de material gratuito que normalmente seria lançado na forma de DLC’s pagos é de grande valia, e atrai a atenção para o game de maneira positiva.

5 – A última criação de Tom Clancy: Se você ainda não sabe, Tom Clancy foi um escritor e designer de games, com foco em histórias de espionagem e ciência militar. Após uma vida produtiva, Tom Clancy faleceu em 01 de outubro de 2013, aos 66 anos. “The Division” é o fruto final de sua mente criativa, e apesar de não haver dúvidas que sequências de seus trabalhos anteriores serão lançados em um futuro talvez não tão distante, “The Division” é a última oportunidade real para aproveitar a criatividade de Tom Clancy.
Concluindo: “Tom Clancy’s The Division” é um game extremamente divertido, principalmente para quem gosta de jogar em grupos e tem aptidão para cooperação. Certamente não será lembrado como um grande clássico, mas é diversão garantida para os que optarem por jogá-lo.

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10/06/2016 - Review: Warcraft – Ainda há esperança!

“Mais um filme baseado em games…”

Essa foi minha reação ao saber que estavam filmando “Warcraft: O primeiro encontro de  dois mundos”.

Os companheiros da equipe TILT, jogadores veteranos de World of Warcraft, ainda tinham esperanças, e ficavam bravos comigo quando eu dizia que seria “mais um filme baseado em game”, e que entraria para estatística de filmes meia-boca/ruins.

Eis que tive o privilégio de assistir antes de meus companheiros, e ao sair do cinema, me vi obrigado a enviar minhas desculpas.

Acho que por minhas expectativas estarem bem baixas, o filme acabou me surpreendendo, positivamente. Eu nunca joguei WoW, mas tinha ciência da história, e pelas críticas que já tinha lido antes da estreia, realmente esperava bem pouco.

Começando pela fotografia e efeitos especiais, que são impressionantes, são, sem dúvida, o maior acerto do longa, que não deixa a peteca cair nesses quesitos em nenhum momento. Quem assistir a obra em 3D também não vai se decepcionar.

As atuações ficam na média, e não prejudicam a fluência do filme. Destaque para Ben Foster, que faz um ótimo Jesus Guardião, Medivh.
Duncan Jones faz um belo trabalho na direção e roteirização, visto o mesmo ser um jogador de “World of Warcraft”, apesar de algumas pontas soltas (que provavelmente serão explicadas nos próximos títulos)e alguns furos mínimos, a história é coerente e insere muito bem o público em geral no mundo da Horda e da Aliança.

Concluindo, “Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos” é uma das exceções de filmes baseados em games que ficaram bons, e isso nos trás de volta a esperança de que Uwe Boll não se empolgue com mais nenhum jogo e faça suas bizarrices cinematográficas.

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