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20/05/2016 - PREVIEW: OVERWATCH

Save galera!
Estamos a poucos dias do lançamento oficial do mais novo game da “Activision Blizzard”: “Overwatch”. E para dar aquele gostinho pra quem estava louco para conhecer o game, aconteceu entre os dias 05 e 09 de maio o beta aberto para todas as plataformas em que o game será lançado (PC, Xbox One e PlayStation 4). E é com base nessa experiência, em especial, no Xbox One, que falaremos um pouco sobre esse aguardado game.
Antes de mais nada, é interessante expor um pouco sobre o produto em si. Anunciado durante a Blizzcon de 2014, “Overwatch” é a nova propriedade intelectual da “Activision Blizzard”, que já vinha a 17 anos lançando novos games em universos anteriormente estabelecidos. Dessa vez, a “Activision Blizzard” se aventura no mundo dos FPS’s, mas sempre mantendo as características de criatividade e dedicação ao produto final que garantiram o lugar da empresa no coração dos gamers ao redor do globo.
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Falando do jogo em si, a primeira coisa que se nota é que, apesar de se tratar de um FPS com foco predominante no multiplayer, cada uma das 21 personagens tem características únicas e personalidade própria, de tal forma que é possível, mesmo com a ausência de uma campanha solo, se identificar com algumas das personagens a ponto de querer saber mais sobre seus passados.
Além da identificação entre jogador e personagens, as características únicas permitem a construção das mais complexas estratégias, de tal forma que, mesmo sendo divertido jogar o game com completos estranhos, a formação de equipes entre conhecidos gera uma experiência ainda mais imersiva no game. Certamente o cenário competitivo só tem a ganhar com a chegada de “Overwatch”.
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O fato do jogo não ser gratuito pode incomodar algumas pessoas, e dificultar o acesso a outras, mas é certo que permitiu que a “Activision Blizzard” entregasse um jogo completo, em que maior ou menor investimento não diferenciam os diversos jogadores que farão parte da comunidade do game. Algumas poucas falhas de conexão aconteceram ao longo do final de semana de beta aberto, mas nada além do esperado para um jogo ainda não lançado oficialmente.
No geral, “Overwatch” tem tudo para ser mais um acerto crítico da Blizzard, e apesar de estar clara a inspiração em outras fontes já conhecidas (Team Fortress 2, estamos falando de vocês), o DNA da empresa certamente fará com que o game se destaque no mercado cada vez mais competitivo dos jogos eletrônicos.
Hasta!

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13/05/2016 - 11.22.63 a minissérie

Amém! Terminei hoje de assistir 11.22.63, minissérie do canal Hulu, baseada no livro de Stephen King, um best-seller (mais um) do mesmo nome. Cujo, receio, ainda não li. Por isso, infelizmente não posso dizer que é a melhor adaptação dos livros do King para a TV. Mas afirmo, é fantástica!

A minissérie tem como protagonista Jake Epping (James Franco), um professor do ensino médio, que viaja no tempo para tentar impedir o assassinato do presidente John F. Kennedy. Jake é encarregado pelo amigo Al (Chris Cooper) a mudar o curso da história, que segundo ele, manter Kennedy vivo e como presidente dos Estados Unidos mudaria o rumo da história.



Não vou me ater a ficar contando a história e estragar nem um minuto sequer de sua experiência. A minissérie tem uma ótima ambientação da década de 60 e apesar da questionável atuação de James Franco, tem um elenco excelente. E como todo romance de King, a trama aguça a imaginação e não reflete nada do previsível. É extremamente empolgante e surpreendentemente inovadora. Me senti lendo um dos livros do mestre.

Como se não bastasse a assinatura do escritor na obra, temos J. J. Abrams como um dos produtores executivos, acompanhado de Bridget Carpenter. É uma pena que a minissérie não tenha virado uma série. Com apenas 8 episódios a história passa voando. E como tudo de King, a história ganha tons de um romance novelesco irresistível.

Assistiu a minissérie ou leu o livro? Então deixe sua opinião nos comentários!

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06/05/2016 - Review: Capitão América – Guerra Civil

Longos dias e belas noites, Galera TILT!
E estamos aqui para mais um review, de um dos filmes mais aguardados do ano: Capitão América – Guerra Civil.
Começarei este informando que a espera valeu. Sim, valeu a pena aguardar. Muitos dizem por aí que este é o melhor filme do MCU, quiçá, o melhor baseado em quadrinhos. Este que vos escreve tem uma opinião um pouco diferente, porém, reconheço que o mesmo está entre os melhores filmes da Marvel, sim.
Devo lembrar-lhes que eu não sou leitor de quadrinhos, e analiso todas os filmes apenas como produções cinematográficas, e não posso, e nem devo, me basear em HQ’s como referências ou comparar o que acontece no longa e na história original.
Dito isso, começo a análise pela direção. Nesse aspecto, é clara a familiaridade dos irmãos Russo com o universo cinematográfico da Marvel. Anteriormente, dirigiram um filme focado em um personagem, e apesar do nome do novo filme ser “Capitão América”, podemos chamá-lo de “Os Vingadores 2.5”, visto ser claramente uma continuação imediata de “A Era de Ultron”. Mostraram assim que conhecem todos os aspectos e estão em sintonia com o que a Marvel está construindo.
O roteiro é bem construído e conciso. Apesar de alguns furos (nada muito gritante) e algumas reviravoltas meio sem sentido, o longa corre bem e não é cansativo. O que incomoda, às vezes, é o excesso de piadas em alguns momentos.
Os efeitos visuais, padrão fifa Disney, não deixam a desejar. Exceto o uniforme do Homem-Aranha.
O uniforme do Homem-Aranha realmente ficou bem falso….
Em contraste com o uniforme, porém, temos Tom Holland. O garoto se mostrou muito bem no papel do cabeça de teia, e apesar da (não tão) breve aparição, demonstrou entrosamento com os veteranos. Chadwick Boseman também foi uma boa escolha como Pantera Negra. O restante do elenco são os velhos conhecidos, que repetiram as boas performances.
Concluindo, Guerra Civil é mais um grande acerto da Marvel. As apostas no longa foram altas, porém, quem pagar para ver não se arrependerá.
Até a próxima, pessoal!

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