COLUNA BLOG TILT

25/11/2016 - Dr. Estranho

Longos dias e belas noites, Galera TILT.

Depois de um longo inverno, tempos atribulados e cheio de mudanças, estou de volta com um review de um dos filmes baseados em quadrinhos menos aguardados do ano.

Sim, num ano onde todos aguardavam ansiosamente por Deadpool, Batman vs. Superman, X-Men Apocalypse e Guerra Civil, Doutor Estranho era só um “extra”, de onde ninguém achava que sairia algo realmente interessante.

Aí sim, fomos surpreendidos novamente!

Apesar de ainda estar longe dos melhores filmes da Marvel, e de ter a mesma fórmula da maioria deles, Stephen Strange consegue prender a atenção do espectador. A inserção de “dimensões” diferentes, apesar de ser uma ideia simples, tem uma trama bem feita, que corre bem no filme, e que se encaixa no universo cinematográfico da Marvel.

Os efeitos visuais, como já vistos nos trailers, são fantásticos, e conforme divulgado por algumas fontes, devem concorrer, merecidamente, ao oscar.

O roteiro é simples, e não tem surpresas. Aliás, lembra muito os primórdios da Casa das Ideias no cinema, com Homem de Ferro, e aquela temática onde o protagonista ainda está testando seus poderes.

O elenco foi muito bem escolhido, com destaque, claro, para o sempre competente Benedict Cumberbatch.

Direção e edição também não são os pontos fortes, mas não deixam a desejar.

Doutor Estranho é eficaz em nos trazer um filme divertido, diferente dos outros lançamentos do ano. E, independentemente de não ser dos mais aguardados, conseguiu superar outros muito mais cotados a blockbusters, como Guerra Civil e Batman vs. Superman.

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31/10/2016 - 05 Motivos Para Jogar “Heroes of the Storm”

Salve galera!

Para quem ainda não conhece, “Heroes of the Storm” é o game do gênero MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) da “Activision Blizzard”. Lançado oficialmente em 02 de junho de 2015, o game já conta com mais de cinquenta personagens jogáveis, uma dezena de campos de batalha e, certamente, mais de uma centena de estratégias possíveis.

Porém, por ainda ser um “novato”, a sensação que se tem é que a comunidade do game é pequena se comparada à de outros jogos do gênero. Estamos aqui, portanto, para mostar aos nossos leitores porque eles devem se juntar à referida comunidade, que merece todo o prestígio, seja pela qualidade do game ou pela simpatia dos gamers. Vamos nessa?


1 – É o MOBA criado pela empresa que, indiretamente, criou o gênero: O primeiro MOBA de que se tem notícia chama-se “Aeon of Strife” (AoS), e nada mais é do que um mapa customizado do jogo “Starcraft”. O MOBA que serviu para popularizar o game chama-se “Defense of the Ancients” (DotA), que por sua vez é um mapa customizado de “Warcraft III”. Ou seja, o primeiro MOBA, bem como o MOBA que serviu para popularizar o gênero, foram criados tendo por base jogos da “Activision Blizzard”. Em outras palavras, a empresa criadora de “Heroes of the Storm” participou, ainda que indiretamente, da criação do gênero. E quem melhor para levar à perfeição um produto do que quem criou sua estrutura inicial?

2 – A chance de jogar um MOBA com velhos (e novos) conhecidos: A “Activision Blizzard” é responsável pela criação de diversas propriedades intelectuais, que atingiram patamares elevadíssimos de reconhecimento entre os gamers, e até mesmo entre pessoas fora do meio. Os três maiores exemplos são os já citados “Starcraft” e “Warcraft”, em conjunto com “Diablo”. Alguns MOBAs já foram criados na tentativa de transportar personagens conhecidos para o gênero, porém, nenhum atingiu o objetivo de forma tão magistral. Afinal, é muito mais prazeroso jogar um MOBA com uma personagem com a profundidade de uma “lore” que vem se desenvolvendo por anos a fio do que com uma completa desconhecida.


3 – Partidas rápidas: Uma das grandes reclamações daqueles que estão iniciando no gênero MOBA é a duração das partidas. Raramente se joga uma partida com menos de 30 minutos, sendo que às vezes as partidas podem chegar à marca dos 90 minutos. Em “Heroes of the Storm”, partidas com mais de 30 minutos são a exceção, e por essa razão, é muito mais fácil organizar um tempinho para conhecer o game ou jogar aquela partida antes do merecido descanso.

4 – Valorização do trabalho em equipe: “Heroes of the Storm” apresenta um sistema de experiência compartilhada em equipe, ou seja, todos os personagens da equipe atingem o mesmo nível simultaneamente. Isso afasta jogadores individualistas, que tendem a ser tóxicos por se considerarem superiores aos demais. É lógico que toda comunidade tem suas maçãs podres, mas é com segurança que afirmo que os abusos verbais, “rage quits” e “feeds” intencionais são bem mais raros em “HotS” do que nos demais MOBA’s do mercado.



5 – Exclusão de mecânicas demasiadamente complexas: Na maioria dos MOBA’s presentes no mercado, é necessário a memorização de diversas “builds” para que você possa ser considerado um jogador ao menos razoável. Isso sem contar o famigerado “last hit”, que nada mais é do que uma falha na engine do “Warcraft III” transportada para todos os MOBA’s que nele se basearam. A “Activision Blizzard” simplifica estas questões, excluindo de vez o “last hit” e os itens, trabalhando a progressão das personagens por meio de árvore de talentos facilmente memorizável. Isso ajuda os jogadores casuais a se divertirem sem compromisso, sem deixar de apresentar certo desafio em seu domínio pelos jogadores mais experientes.

Concluindo: “Heroes of the Storm” simplifica o gênero MOBA sem banalizá-lo, divertindo os jogadores casuais e atraindo os competitivos, trabalhando em um crescimento afastado da toxicidade das demais comunidades dos jogos do gênero. Se você ainda não joga, ou sequer conhecia o game, não perca a chance experimentar!

Hasta!

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13/09/2016 - BGS 2016

Salve galera! Mais uma vez aqui para trazer um pouco do que foi a BGS 2016. O que falarei aqui é um pouco do que vi no evento no dia 03 ( sábado ) que foi o dia que estive presente.
Pontos Fortes
Filas… O maior problema que encontrei pois eram filas imensas e que as vezes davam a falsa impressão de serem pequenas porque o pessoal ficava espremido. Acredito que em um evento desse porte poderia ter mais alguns bebedouros de água e o que mais senti falta, lugar para carregar os celulares. 
O Evento
A Sony trouxe em seu estande grande parte dos jogos que todos queriam ver, mesmo decepcionando todos com “The Last Guardian” somente com apresentações trouxe o VR com (senhas limitadíssimas) para quem quisesse testar.


Já a Microsoft também trouxe seus maiores sucessos e ainda por cima dava o direito de concorrer a um Xbox One a cada dois jogos que você jogava.
Os outros estandes também estavam recheados de atrações podendo ressaltar a mitológica batalha de Gwent entre Jovem Nerd e Leon (Coisa de Nerd) e também do bate papo no estande do youtube com Leon gravando vídeos para o seu canal.

Reviews

No pouco de paciência com filas que me restava fui jogar FIFA 17 (menor fila) e um amigo meu encarou a fila do Horizon: Zero Dawn, fiquem um pouco com nossas impressões.
FIFA 17
Cada vez mais os jogos de futebol chegam perto da realidade, dessa vez pude observar uma melhor comparação com a velocidade do atleta pela extensão do campo, ou seja os jogadores se aproximam da realidade em questão de velocidade em atravessar o campo,  outra grande mudança foi nas cobranças de pênalti na qual você deve correr até a bola para fazer a cobrança, tornando mais difícil você correr até a bola, direcionar o canto e colocar a força certa e acertar o tempo do chute. Também temos os técnicos na beirada dos campos reclamando e comemorando os gols.

Horizon: Zero Dawn
Você começa o jogo no comando da protagonista Aloy em um ambiente aberto com geografia e biodiversidade alta; rios, rochas e arbustos que inclusive podem ser usados para se esconder e chegar furtivamente próximo aos animais que formam uma fauna robótica.O jogo já apresenta uma diversidade de armas, flechas de diferentes tipos( fogo, elétricas), bombas que podem ser armadas no chão ou arremessadas com um estilingue e um arpão usado para prender os animais.
Outra coisa interessante é a maneira que podemos domesticar um dos animais presente no espaço, fazendo com se torne uma montaria podendo atacar e locomover com rapidez pelo mapa.


Na introdução pode-se perceber que as armas do jogo pode ser melhoradas e criadas em um sistema de criação, ou seja, recolher recursos de inimigos mortos e do cenário torna-se a melhor maneira de se manter vivo nesse mundo.
Mesmo sendo a Demo, o jogo já impressiona seja pelo combate, os cenários e a jogabilidade com os controles fazendo com que os jogadores de PS4 aguardem mais ansiosos fevereiro de 2017.

Então foi isso galera, fica aí o nosso ponto de vista da maior feira de games da América Latina.
 

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08/08/2016 - Review: Stranger Things (Season 01)

Salve galera!
O cinema nos anos 80 foi verdadeiramente fascinante para os fãs de filmes de aventura, horror e ficção científica. Cineastas como Steven Spielberg, John Carpenter e Sam Raimi trouxeram à vida verdadeiras obras primas. Em outras mídias, o clima era semelhante, e grande parte dos elementos que hoje são essenciais para a cultura nerd/pop foram concebidos ou tiveram seu auge na mencionada década.
“Stranger Things”, nova série original da Netflix, é, antes de mais nada, uma carta de amor aos anos 80, e a tudo que ele representa para a cultura nerd/pop, e isso fica claro em todos os momentos, desde a estética, passando pelos clichês do gênero até chegar às inúmeras referências escancaradas a cada cena.

Tudo começa com o sumiço de Will Byers, um típico nerd que não é mais tão jovem para ser criança e nem velho o bastante para ser considerado um adolescente. O sumiço mobiliza os moradores da pequena cidade de clima rural, mas essa é apenas a primeira das “coisas estranhas” que nomeiam a obra. E assim, com uma premissa simples, que evoca uma sensação de “déjà vu”, a trama começa a se expandir.
O grande trunfo do roteiro é a sua auto consciência, que gera a capacidade de utilização de vários clichês do gênero de forma quase que original, sem deixar abertura para comparações pejorativas. Em um determinado momento, uma das personagens chega a dizer de forma clara que o que está acontecendo lembra uma história de Stephen King. O que vimos é uma clara e bem sucedida tentativa de recriar o clima oitentista, lembrando o que foi feito recentemente pelo filme “Super 8”.

As atuações são outro destaque a parte, e enquanto os atores mais jovens surpreendem, os experientes Winona Ryder e David Harbour apresentam atuações viscerais, despertando as desejadas emoções no público. O único porém fica por conta do exagerado didatismo que permite que os espectadores mais atentos antecipem revelações da trama, talvez na busca de alcançar também um público mais jovem. Nada que atrapalhe, porém, a perfeição da obra.
Hasta!


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18/07/2016 - Final CBLOL 2016 – Rexpeita o “joguinho”

Salve Galera!!

Chegou ao fim mais um split do Campeonato Brasileiro de League of Legends. Mas essa final foi muito além de uma INTZ campeã, tivemos um dia histórico com envolvimento muito grande das mídias em torno desse evento.



Com uma estrutura impecável e de nível internacional a organização do evento mais uma vez acertou. Utilizando o ginásio Ibirapuera como palco dessa festa conseguindo acomodar mais de 10 mil pessoas em uma final emocionante. Com vários telões e uma ótima iluminação pudemos acompanhar essa final em grande estilo. 



Além da ótima estrutura do evento tivemos a nossa maior conquista, a final teve cobertura de diversos sites e ainda uma série de matérias que foram transmitidas durante a semana na Rede Globo e nos sites de toda a rede Globosat. Acima de tudo a final foi transmitida pela Sportv 2 ao vivo e quem não pôde estar no estádio nem em alguma sessão de cinema pôde acompanhar em casa pela televisão. Um dos pontos mais fortes foi a cerimônia de abertura na qual tivemos desde o tema do CBLOL interpretado por uma cantora e por uma DJ Sona até uma batalha épica entre as skins Projeto do Master Yi e do Yasuo com uma chegada triunfante e de arrepiar da Leona.

O grande embate do dia estava nas mãos de CNB e INTZ que tiveram a oportunidade de mostrar porque estavam ali para mais de 10 mil pessoas presentes e sendo transmitido para o Brasil inteiro.



Tivemos um primeiro jogo em que a CNB buscou uma composição de proteção porém o nervosismo fazia com que eles buscassem as lutas e acabassem se dando mal, já a INTZ com sua experiência abusou desse erro e garantiu a primeira vitória na MD5. No segundo jogo tivemos uma CNB buscando surpreender, com o Pick de Taliyah no Mid deixando os jogadores da INTZ isolados em diversos momentos e de Zyra como suporte dando muito dano e deixando a INTZ sem reações. Já no terceiro jogo Minerva jungler da CNB estava calibrado e a todo instante buscava dar a vantagem para o seu time inclusive roubando um Dragão e um Barão, porém Jokster com seu Azir “fechava a casinha” em todas as TFs e foi fundamental pra seu time conseguir o 2X1 na grande final. No quarto jogo tivemos um começo cauteloso de ambas as equipes porém a INTZ soube fazer melhor as rotações e com um Micão muito a frente do PBO puderam se tornar os campeões brasileiros.
Parabéns aos INTepidoZ por mais essa vitória no jogo e que possam representar o Brasil muito bem no IWQ e levar mais uma vez a bandeira do Brasil para o Mundial. Mas parabéns principalmente à conquista do League of Legends que deixa de ser apenas um “joguinho” e começa cada vez mais alcançar as pessoas como um esporte onde existem times do coração, jogadores idolatrados e acima de tudo uma torcida emocionada.










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08/07/2016 - Preview: Preacher (Season 01)

Salve galera!

Antes de mais nada, mesmo sendo um dos únicos membros da equipe que lê quadrinhos com certa regularidade, devo fazer uma confissão: nunca li nada além da primeira edição do clássico de Garth Ennis, Preacher, que serviu de base para essa adapatação do canal AMC. Ou seja, esse Preview trará uma análise do produto como se autônomo fosse, e não como adaptação. Sinceramente, pelo pouco que me lembro da leitura que fiz da primeira edição de Preacher, uma análise nesses termos não trará grandes prejuízos, afinal, apesar da mesma linha base, o primeiro episódio do seriado segue caminho claramente distinto ao das HQs.



Conforme já é de praxe, as opiniões aqui expressas dizem respeito unicamente ao episódio de estreia da primeira temporada do seriado televisivo, podendo serem reafirmadas ou alteradas em um eventual Review da temporada completa. Iniciemos com a sinopse: “Jesse Custer é um ex-pastor que foi possuído por uma entidade chamada Gênesis, que fugiu do Paraíso e está sendo procurada pelos anjos. Quando Jesse e Gênesis se tornam um só, os anjos enviam o Santo dos Assassinos, um matador do Século XIX, para perseguí-lo”.

A série começa com fotografia e efeitos visuais demasiadamente caricatos, ao ponto de que, ao menos nos primeiro instantes, houve dúvida se aqueles eram efeitos visuais ou se havia algo errado com o televisor. Porém, não são só os primeiros segundos que trazem estranheza, e “caricato” talvez seja a palavra que melhor define este primeiro episódio.



A trilha sonora é o grande destaque, e certamente foi a principal responsável por não gerar uma desistência da série já nos primeiros minutos. Esta, em conjunto com a ambientação, evoca algumas das obras do diretor Robert Rodriguez, em especial, Machete.

E assim como em Machete, o absurdo e a galhofa são presenças constantes no roteiro, parte integrante e indissociável da obra. Se essa evocação ao trash não te agrada, fique longe, pois é garantido que o produto apresentado não agradará. Talvez o desconhecimento do material base seja o grande responsável pela expectativa equivocada criada por mim, pela ideia de que teria a minha frente um material sério e sombrio.



A superação da estranheza, porém, aguça a curiosidade pelo material, ou seja, para aproveitar este primeiro episódio é necessário aceitar o bizarro, começando pelas personagens, representadas por atuações que não comprometem, mas também não se destacam, até a premissa, que se bem trabalhada, pode gerar um clássico, mas mau conduzida transformará a série em piada de mau gosto. Qual será o resultado final? Só o tempo dirá.

Hasta!

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30/06/2016 - 05 Motivos Para Jogar “Tom Clancy’s The Division”

Salve galera!
Uma das maiores sensações entre os gamers neste ano de 2016 é o jogo “Overwatch” “Tom Clancy’s The Division”, ou apenas “The Division”, como é comumente chamado. Para quem ainda não sabe, trata-se de um jogo online de tiro em terceira pessoa (third person shooter), que se passa em uma Nova Iorque devastada por um vírus espalhado durante a Black Friday.Mas o que torna este game tão empolgante? É exatamente sobre isso que vamos tratar a seguir.
Vamos nessa?

1 – História envolvente: A história parece clichê: alguém decide colocar um vírus criado em laboratório em diversas notas de dólar e colocá-las no mercado de Nova Iorque no dia de maior consumo do ano (ao menos nos EUA), a Black Friday. O vírus se espalha, Nova Iorque fica devastada, e uma onda de agentes supersecretos, conhecidos como “The Division”, é acionada para retomar o controle da cidade. Porém, até mesmo as histórias mais clichês podem se tornar envolventes quando bem trabalhadas, e é isso que ocorre aqui. A ambientação, as missões, as facções criadas na cidade devastada, até mesmo os “colecionáveis” presentes no jogo, tudo contribui para o desenvolvimento da história e do universo do jogo, trazendo imersão para os jogadores.
2 – Multiplayer e matchmaking: “The Division” é um jogo bem dependente da cooperação entre jogadores, principalmente para realização das missões principais. Isso é muito legal para aqueles que podem contar com amigos que jogam o mesmo game na mesma plataforma, garantindo algumas horas de diversão em conjunto. Mas e os players solitários? Para esses, uma boa notícia: o sistema de criação e localização de partidas, principalmente para realização das missões principais, é rápido e eficiente, o que é raro de ser visto em jogos do gênero. Graças a esse sistema eficiente, a comunidade do game tem sido capaz de chegar ao final da história principal sem sustos, e para os mais sociáveis, com uma dezena de novos amigos.

3 – Possibilidades no “end game”: É importante ressaltar que, apesar de ser um game online, “The Division” segue uma linha narrativa linear, principalmente se respeitada a ordem de realização das missões principais. Porém, o término das missões principais não é sinônimo de término do jogo. Primeiramente, por conta das inúmeras missões secundárias, eventos e colecionáveis que só acrescentam à história do espetacular universo criado pelo game. E em segundo lugar, e talvez mais importante, pelas batalhas que o aguardam na “Zona Cega”, uma terra sem lei onde agentes se encontram com inimigos mais poderosos e podem se digladiar com outros agentes da “Division”.
4 – Atualizações gratuitas: Uma das maiores críticas dos gamers às produtoras é o constante lançamento de DLC’s, conteúdos extra para download, que devem ser adquiridos pelos jogadores, que já pagaram pelo jogo base em um primeiro momento. “The Division” não foge completamente à regra, e já tem à venda o Passe de Temporada com três expansões programadas: “Underground”, “Survival” e “Last Stand”. Porém, é interessante notar que a produtora já lançou duas grandes atualizações gratuitas para o game desde seu lançamento: “Incursions” e “Conflict”. O lançamento de material gratuito que normalmente seria lançado na forma de DLC’s pagos é de grande valia, e atrai a atenção para o game de maneira positiva.

5 – A última criação de Tom Clancy: Se você ainda não sabe, Tom Clancy foi um escritor e designer de games, com foco em histórias de espionagem e ciência militar. Após uma vida produtiva, Tom Clancy faleceu em 01 de outubro de 2013, aos 66 anos. “The Division” é o fruto final de sua mente criativa, e apesar de não haver dúvidas que sequências de seus trabalhos anteriores serão lançados em um futuro talvez não tão distante, “The Division” é a última oportunidade real para aproveitar a criatividade de Tom Clancy.
Concluindo: “Tom Clancy’s The Division” é um game extremamente divertido, principalmente para quem gosta de jogar em grupos e tem aptidão para cooperação. Certamente não será lembrado como um grande clássico, mas é diversão garantida para os que optarem por jogá-lo.

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10/06/2016 - Review: Warcraft – Ainda há esperança!

“Mais um filme baseado em games…”

Essa foi minha reação ao saber que estavam filmando “Warcraft: O primeiro encontro de  dois mundos”.

Os companheiros da equipe TILT, jogadores veteranos de World of Warcraft, ainda tinham esperanças, e ficavam bravos comigo quando eu dizia que seria “mais um filme baseado em game”, e que entraria para estatística de filmes meia-boca/ruins.

Eis que tive o privilégio de assistir antes de meus companheiros, e ao sair do cinema, me vi obrigado a enviar minhas desculpas.

Acho que por minhas expectativas estarem bem baixas, o filme acabou me surpreendendo, positivamente. Eu nunca joguei WoW, mas tinha ciência da história, e pelas críticas que já tinha lido antes da estreia, realmente esperava bem pouco.

Começando pela fotografia e efeitos especiais, que são impressionantes, são, sem dúvida, o maior acerto do longa, que não deixa a peteca cair nesses quesitos em nenhum momento. Quem assistir a obra em 3D também não vai se decepcionar.

As atuações ficam na média, e não prejudicam a fluência do filme. Destaque para Ben Foster, que faz um ótimo Jesus Guardião, Medivh.
Duncan Jones faz um belo trabalho na direção e roteirização, visto o mesmo ser um jogador de “World of Warcraft”, apesar de algumas pontas soltas (que provavelmente serão explicadas nos próximos títulos)e alguns furos mínimos, a história é coerente e insere muito bem o público em geral no mundo da Horda e da Aliança.

Concluindo, “Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos” é uma das exceções de filmes baseados em games que ficaram bons, e isso nos trás de volta a esperança de que Uwe Boll não se empolgue com mais nenhum jogo e faça suas bizarrices cinematográficas.

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20/05/2016 - PREVIEW: OVERWATCH

Save galera!
Estamos a poucos dias do lançamento oficial do mais novo game da “Activision Blizzard”: “Overwatch”. E para dar aquele gostinho pra quem estava louco para conhecer o game, aconteceu entre os dias 05 e 09 de maio o beta aberto para todas as plataformas em que o game será lançado (PC, Xbox One e PlayStation 4). E é com base nessa experiência, em especial, no Xbox One, que falaremos um pouco sobre esse aguardado game.
Antes de mais nada, é interessante expor um pouco sobre o produto em si. Anunciado durante a Blizzcon de 2014, “Overwatch” é a nova propriedade intelectual da “Activision Blizzard”, que já vinha a 17 anos lançando novos games em universos anteriormente estabelecidos. Dessa vez, a “Activision Blizzard” se aventura no mundo dos FPS’s, mas sempre mantendo as características de criatividade e dedicação ao produto final que garantiram o lugar da empresa no coração dos gamers ao redor do globo.
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Falando do jogo em si, a primeira coisa que se nota é que, apesar de se tratar de um FPS com foco predominante no multiplayer, cada uma das 21 personagens tem características únicas e personalidade própria, de tal forma que é possível, mesmo com a ausência de uma campanha solo, se identificar com algumas das personagens a ponto de querer saber mais sobre seus passados.
Além da identificação entre jogador e personagens, as características únicas permitem a construção das mais complexas estratégias, de tal forma que, mesmo sendo divertido jogar o game com completos estranhos, a formação de equipes entre conhecidos gera uma experiência ainda mais imersiva no game. Certamente o cenário competitivo só tem a ganhar com a chegada de “Overwatch”.
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O fato do jogo não ser gratuito pode incomodar algumas pessoas, e dificultar o acesso a outras, mas é certo que permitiu que a “Activision Blizzard” entregasse um jogo completo, em que maior ou menor investimento não diferenciam os diversos jogadores que farão parte da comunidade do game. Algumas poucas falhas de conexão aconteceram ao longo do final de semana de beta aberto, mas nada além do esperado para um jogo ainda não lançado oficialmente.
No geral, “Overwatch” tem tudo para ser mais um acerto crítico da Blizzard, e apesar de estar clara a inspiração em outras fontes já conhecidas (Team Fortress 2, estamos falando de vocês), o DNA da empresa certamente fará com que o game se destaque no mercado cada vez mais competitivo dos jogos eletrônicos.
Hasta!

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13/05/2016 - 11.22.63 a minissérie

Amém! Terminei hoje de assistir 11.22.63, minissérie do canal Hulu, baseada no livro de Stephen King, um best-seller (mais um) do mesmo nome. Cujo, receio, ainda não li. Por isso, infelizmente não posso dizer que é a melhor adaptação dos livros do King para a TV. Mas afirmo, é fantástica!

A minissérie tem como protagonista Jake Epping (James Franco), um professor do ensino médio, que viaja no tempo para tentar impedir o assassinato do presidente John F. Kennedy. Jake é encarregado pelo amigo Al (Chris Cooper) a mudar o curso da história, que segundo ele, manter Kennedy vivo e como presidente dos Estados Unidos mudaria o rumo da história.



Não vou me ater a ficar contando a história e estragar nem um minuto sequer de sua experiência. A minissérie tem uma ótima ambientação da década de 60 e apesar da questionável atuação de James Franco, tem um elenco excelente. E como todo romance de King, a trama aguça a imaginação e não reflete nada do previsível. É extremamente empolgante e surpreendentemente inovadora. Me senti lendo um dos livros do mestre.

Como se não bastasse a assinatura do escritor na obra, temos J. J. Abrams como um dos produtores executivos, acompanhado de Bridget Carpenter. É uma pena que a minissérie não tenha virado uma série. Com apenas 8 episódios a história passa voando. E como tudo de King, a história ganha tons de um romance novelesco irresistível.

Assistiu a minissérie ou leu o livro? Então deixe sua opinião nos comentários!

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